nossas notícias

Como o cérebro se comporta na hora do vestibular
Fonte: Júlia Pedrinha. Portal UCB (www.ucb.br).

Confira algumas técnicas que podem te ajudar a ter um melhor desempenho no dia do vestibular.

 

Como o cérebro se comporta na hora do vestibularDivulgação Quem estuda para vestibular sabe que a preparação exige muito do corpo, principalmente do cérebro. O estudante precisa lidar com uma maratona de aulas e muitos exercícios para treinar e fixar a matéria. Por isso, é importante entender como funciona seu cérebro para aproveitar todas as vantagens que ele pode te oferecer no dia da prova.

 

Durante a prova, o nível da atividade cerebral é maior do que em uma situação normal do dia a dia. Nesse caso, o cérebro irá criar ligações chamadas de eixos, em que ele irá interagir com outros órgãos do corpo. Em situações de nervosismo ou estresse, o eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal gera excitabilidade ao córtex cerebral de acordo com as circunstâncias, o que modula o metabolismo de carboidratos, proteínas e lipídios.

 

Essa ligação gera a produção de noradrenalina, aumenta a pressão arterial, a frequência cardíaca e respiratória e também o aumento do cortisol. Não é à toa que muitos estudantes na hora da prova tenham o famoso “branco”, pois, o cortisol em excesso pode interferir na capacidade de memorização.

 

Para ter um resultado melhor no vestibular, é importante investir em leitura e exercícios de memória. Dessa maneira, é possível aumentar as conexões cerebrais e torná-las mais eficazes. Dormir bem na noite anterior à prova também é extremamente importante, pois, uma noite mal dormida pode resultar na diminuição da concentração, da criatividade, do aprendizado e a capacidade de planejar e resolver problemas, tornando o raciocínio mais lento.

 

Quem consegue ter um raciocínio rápido na hora da prova e manter a concentração, com certeza irá ter um resultado melhor.

 

Exercitar o cérebro pode ser uma ótima opção para se sair bem, além de ter uma rotina de estudos eficaz, claro.

 

Uma técnica interessante é a “ginástica cerebral”. Com exercícios que estimulam neurônios, é possível melhorar habilidades como memória, concentração e raciocínio. A ideia dessa ginástica, é estimular o cérebro com experiências fora da rotina. Essa prática estimula o desenvolvimento de novas redes neurais e também a produção de neurotransmissores que aumentam a qualidade das sinapses (conexão entre os neurônios), melhorando a capacidade de processamento e a reserva cognitiva do cérebro.

 

Alguns exercícios são possíveis de se praticar em casa, por exemplo, leitura, aprender um novo idioma, mudar a rota de ida para os locais que costuma frequentar, tocar um instrumento ou escrever com a mão não dominante.

 

Com essas técnicas e exercícios você com certeza terá um desempenho melhor no vestibular.

 

Fonte: UCB